Hábitos de leitura diminuem riscos de Mal de Alzheimer

O dia 23 de abril foi escolhido pela Conferência Geral da UNESCO, em 1995, como o Dia Mundial do Livro. O objetivo é sempre promover a conscientização sobre a importância dos livros na sociedade.    

Além de ajudar as crianças a estimularem a imaginação e idosos a manterem-se atualizados e motivados, a leitura de um bom livro aumenta o conhecimento, a capacidade crítica, diminui a solidão e deixa mentes e corpos mais saudáveis. Ela vem sendo considerada uma prática terapêutica por muitos especialistas e, ao se tornar um hábito, beneficia a saúde de diversas maneiras, principalmente adiando o Mal de Alzheimer (doença degenerativa que afeta primeiramente a memória e depois outras funções cerebrais). 

Manter um tratamento prévio que estimule a cognição, ajuda a modificar o quadro da doença antes mesmo que os sintomas apareçam.As regiões do cérebro responsáveis pela memória, atenção, concentração, visão e linguagem estão ligadas à área da leitura, com essas áreas conectadas, é possível aumentar o desenvolvimento cerebral. 

As condições cerebrais determinam um limite de transição de informações, por isso fazemos o armazenamento das mesmas. A partir disso, a leitura busca memórias antigas e ativa novas como principal exercício para uma boa atividade mental. Porém, ela sozinha não ajuda a conservar uma boa memória, a prática deve ser associada a fatores como dormir bem, conversar bastante, ter uma alimentação balanceada e fazer atividades físicas com regularidade.

A memória é uma das primeiras funções do cérebro que se deteriora e a diminuição dessa capacidade afeta a liberdade e autonomia do indivíduo, por isso, é muito importante cuidar dela e mantê-la sempre ativa.

Dica: Antes de começar uma boa leitura, tome cuidados com a postura. Não se deve ler deitado com travesseiros altos sob a cabeça, essa posição causa, a longo prazo, dores no pescoço e alterações estruturais mais complexas como lombalgia ou cervicalgia